Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 15/12/2020

O tabagismo é uma prática muito antiga, incialmente, era praticado por nativos da América, por exemplo, para eles era uma forma de falar com os deuses. Já nos anos 1940 essa prática era considerada muito glamurosa, chegando a ser um símbolo de poder, tudo isso graças ao cinema. Essa ostentação do ato de fumar vingou até os anos 1970 quando as consequências do tabagismo foram reveladas. No século XXI o tabagismo ainda é recorrente, mas com o tempo poderá ser combatido. Essa prática traz muitas consequências negativas a saúde do indivíduo e ao meio ambiente.

A priori, é necessário lembrar que o tabagismo é uma doença - DNTs. Ou seja, a nicotina, substância presente na composição do cigarro, vicia o indivíduo e o seu uso prolongado é capaz de gerar mais de 50 enfermidades como: o cancêr (de intestino, esôfago e garganta, por exemplo) e também, as doenças respiratórias, problemas nos ríns e até na bexiga. Em levantamentos do Governo Federal são estimados mais de 1 milhão de reais destinados ao tratamento de pessoas que desenvolveram problemas após a prática do fumo.

Posteriori, a fumaça proveniente dos cigarros contém substâncias que intensificam a poluição do ar e geram riscos ao meio ambiente. Ou seja, o descarte incorreto dos cigarros, por exemplo, pode originar um foco de incêndio e tomar proporções alarmantes, comprometendo a segurança das espécies e das áreas de preservação. Em 2020, no Pantanal e em áreas póximas, uma prática evitada foi o descarte de cigarros no chão, pois o ecossistema daquela região já estava sofrendo muito com as queimadas ilegais e com isso, o descarte incorreto poderia piorar mais ainda a situação, segundo o IBAMA.

Portanto, é notável as consequências negativas e os problemas gerados pelo tabagismo. Uma forma de evitar essa prática seria a redução do marketing do cigarro e também, a dificuldade de conseguir o produto, através da edição de leis. Assim, freiando a taxa de compradores e consumidores do produto. Ademais, restrições em espaços públicos e privados por meio de órgãos, como o Ministério da Saúde, é de suma importância para controlar as consequências latentes do tabagismo. Desse modo, a saúde do ser humano e perservação do meio ambiente seriam os principais benefícios.