Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/12/2020
O tabagismo é uma das principais doenças crônicas causada pela dependência química de nicotina. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano. Esses números demonstram que a dificuldade de combater esse vício na sociedade brasileira está presente de forma complexa na realidade brasileira. Diante dessa perspectiva, nota-se a consolidação de um grave problema, em virtude da insuficiência legislativa e da má influência midiática. Em primeira análise, a incapacidade das leis mostra-se como um dos desafios a resolução da problemática. De acordo com a Constituição Federal de 1988, buscar e garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos é o regulamento básico dos brasileiros. No entanto, essa legislação não tem sido suficiente no que se refere à questão dos caminhos para combater o tabagismo na população brasileira, uma vez que a situação continua atuando fortemente no cenário atual. Assim, a norma sendo enfraquecida, dificulta-se a solução desse impasse.
Além disso, cabe ressaltar que o poder da mídia é um forte empecilho desse panorama. Conforme o site do G1, em 2011, o Governo Brasileiro proibiu propagandas de empresas de cigarros nos veículos de comunicação. Entretanto, o incentivo do hábito de fumar continuou, mesmo que de forma indireta, com exibições de filmes e séries em que os atores estão fumando, que por sua vez acaba influenciando o povo brasileiro.
Com isso, percebe-se que ações emergenciais são necessárias. Torna-se evidente, portanto, que os caminhos para combater o tabagismo no Brasil apresentam entraves que precisam ser revertidos. Logo, é preciso que o Ministério da Saúde, em parceria com as mídias de grande acesso, divulgue mais intensamente os canais online de consulta pública. Tais divulgações podem ocorrer por meio de cartazes e vídeos, a serem circulados nas redes sociais, a fim de que os indivíduos possam ficar alertas sobre os riscos e as consequências do uso dessa droga. Dessa forma, os dados da OMS irão diminuir constantemente.