Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/12/2020

De acordo com o filósofo Rousseau, o bem-estar social consiste em uma política social como forma de garantir uma melhor qualidade de vida. No entanto, o uso do tabaco vai contra esse ideal por trazer o vício, doenças e como consequência, malefícios ao meio ambiente.

Visto que, a nicotina presente no tabaco é uma substância viciante, pois, de acordo com o Ministério da saúde a nicotina em contato com o sistema nervoso, libera endorfina, trazendo a sensação de prazer. Consequentemente, a fumaça inalada por pessoas proximas, faz com que os mesmos virem fumantes passivos. É lastimável que isso aconteça, porque a pessoa se torna um dependente químico sem fazer o consumo.

Entretanto, Brás Cubas o defunto- autor de Machado de Assis, disse em uma de suas “Memórias Postumas” que não queria ter filhos para não deixa-los na miséria humana. Analogamente, o Jornal Nacional mostrou em matéria o aumento do tráfico de cigarros do Paraguai para o Mato Grosso do Sul. Logo, facilita o acesso para a  população que contribuí para o aumento de fumantes. Tendo como resultado, malefícios ao meio ambiente, como as queimadas. Isso é uma afronta aos direitos humanos, pois, além de afetar a fauna e flora colabora no aquecimento global, afetando os seres humanos. Com isso explica o pensamento de Brás Cubas.

É necessário, portanto que o Ministério da Saúde juntamente com o psiquiatras e psicologos, com o intuito de mitigar o problema. Por meio de um programa oferecido em todo o país, através do SUS. Que consiste em consultas psiquiatra que irá receitar medicações e adesivos de tabaco, junto com o acompanhamento do psicologo. Dessa forma, poderemos nos aproximar do bem-estar social proposta por Rosseau e deixar uma preocupação a menos para Brás Cubas em relação aos seus possíveis filhos.