Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/12/2020
No período de 1 Guerra Mundial, os soldados recebiam tabaco para aliviar a tensão, dessa forma, constituiu-se uma imagem positiva e heroíca do cigarro. Porém, no século XXI, e com o advento das tecnologias, foi comprovado que ele trás milhares de problemas à saúde. A falta de conscientização populacional efetiva ocasiona não só consequências aos fumantes, mas também para aqueles que não ingerem o tabaco.
Primordialmente, a escassez de campanhas e palestras que incentivem os a deixar o vício é exacerbada. De acordo com a Constituição de 1988, é proíbido fazer propaganda de cigarro. Além disso, deve-se informa na embalagem os riscos. No entanto, fumar não é crime, conforme a Constituição, pois o uso é lícito, todavia, é negado o uso em alguns ambientes. Assim, permite o uso de algo extremamente prejudicial à saúde da população. Segundo o médico Drauzio Vanella, ingerir as substâncias que contém no tabaco diminui a expectativa de vida dos homens em 12 anos e das mulheres 10 anos. Os cidadãos a cada dia estão morrendo mais rápido e o Governo não baniu o uso.
Ademais, não só os cidadãos fumantes, como também os que não usam o tabaco sofrem com as consequências. De acordo com pesquisas do Instituto Nacional de Câncer, o fumante passivo, aqueles que respira os poluentes, contrai mais tôxinas do que o próprio fumante. Eles podem fumar ao ar livre, então, prejúdica as pessoas que não usam, visto que ficam expostas a poluentes do cigarro. Em suma, grande parte dos indivíduos são afetados mesmo sem utilizar.
Portanto, urgem-se medidas. A OMS crie campanhas nos municípios com palestras que incentive os fumantes a deixar o vício, mostrando os riscos e problemas de quem fuma. Outrossim, mediante verba do Estado, para auxíliar no tratamento, sejam contratados médicos para fornecer suporte e acompanhamento até a recuperação total do paciente. Desse modo, os cidadãos serão mais saudáveis e suas vidas mais longas.