Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 18/12/2020
Desde o início do período colonial, em 1530, o Brasil é marcado por culturas diversificadas que permanecem até hoje, como por exemplo o fumo, prática cada vez mais recorrente principalmente pelo rápido desenvolvimento da sociedade. Nesse sentido, urge os problemas e as consequências do tabagismo no século XXI, fator que interfere no meio onde vivemos e na salubridade populacional.
A princípio, é importante a discussão relacionada ao meio ambiente. O tabaco afeta áreas de vegetação natural do espaço por conta da maioria ser descartado incorretamente. Desta forma, os efeitos são notórios, como degradação ecológica e poluição do ar decorrente da fumaça. Além disso, pessoas não fumantes correm risco de apresentar problemas respiratórios somente por estarem próximas do vapor. Cabe aqui os cidadãos reconhecerem os perigos ambientais e mudarem seus hábitos.
Outro fator importante, é a questão da saúde. Entre os fatores que mais influenciam estão as toxinas presentes no cigarro que podem trazer enfermidades e até levar a morte. Segundo dados ds pesquisa Vigitel/2019, quase 10% da população a partir de 18 anos fumam, e são mais de duzentos mil óbitos por ano. Isso mostra uma situação alarmante vivenciada na nação atual. Além do físico, o psicológico do fumante também é afetado, pois, mesmo com o desejo de parar, o vício entra como uma barreira quase impossível de ser vencida. Desta maneira, é crucial a ajuda de órgãos públicos.
É notório, portanto, o tabagismo no século XXI. Para intervir, é necessário que o Ministério da Saúde, aliado à Mídia, divulgue projetos de conscientização, por meio de campanhas e palestras atrativas, com a finalidade de ajudar o tabagista a sair da dependência, Dessarte, o fumo será controlado em todos os âmbitos sociais.