Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 04/01/2021

O ato de fumar se naturalizou na população entre asdécadas de1960 e 1990 ao ser atrelado a pessoas saudáveis e em forma em propagandas e filmes. Apenas na segunda metade da década de 90 que houve restrições legais ao uso e comercialização de produtos fumígeros. Apesar disso, o número de usuários, principalmente jovens, ainda é alto. Tal senário é preoculpante pois o tabagismo já esta asociado à vários problemas de saúde e pode comprometer a qualidade de vida dos fumantes e dos fumantes passivos.

Primeiramente, o tabagismo é uma doença crônica e um fator de risco para várias doenças. A nicotina, principal substância presente no cigarro, causa dependência e afeta áreas no cérebro relacionadas com a cognição, causando dificuldade de memorização e aprendizagem. Além disso, a fumaça apresenta várias substâncias tóxicas que causam danos ao organismo, principalmente no trato respiratório. Essas lesões podem evoluir para um quadro de pneumonia, doença pulmonar crônica ou cancer. Segundo o Instituto Nacional do Cancer, o tabagismo é a principal causa do cancer de pulmão.

Conseguentemente, o cigarro prejudica o bem estar dos fumantes ativos e passivos, pois estes ficam sujeitos aos mesmos riscos por inalarem a fumaça. Atividades rotineiras como arrumar a casa, subir uma escada ou fazer atividade física ficam prejudicadas, pois as lesões pulmorares geram falta de ar. Além disso, como a nicotina é rapidamente absorvida e possui meia vida curta, aproximadamente 2 horas, o indivíduo sente uma anciedade em fumar devido à ativação do centro de prazer, causando dependência. Outra conseguencia é a síndrome de abstinência, causada pela interrupção do uso, o que causa depressão, anciedade, irritação, ganho de pesa e outras auterações no organismo.

Pprtanto, a romantização do ato de fumar deve ser revista em prol da saúde da população. Nesse sentido, o Ministério da Súde deve ampliar e aperfeiçoar o tratamento do tabagismo oferecido no Sistema Único de Saúde, visando a prevenção, acolhimento, tratamento e acompanhamento. Para isso deve-se formar uma equipe multidissiplinar, com a presença de psicólogos, para que haja encontros regulares com palestras e aporte medicamentoso, quando necessário. Como o tabagismo é uma doença crônica, medidas de prevenção são necessárias. Dentre elas, programas de educação e conscientização, em conjunto com a mídia e a escola, e o controle da venda para menores são necessários. Assim, a qualidade de vida da população é preservada.