Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 30/12/2020

Em 1924, uma das maiores empresas do tabaco, Malboro, exibia sua campanha de cigarros focada no público feminino, o consumo da droga era sinônimo de liberdade e também de empoderamento. Atualmente, o cigarro é consumido em larga escala pela humanidade, gerando graves problemas de saúde e se tornado uma crise de saúde pública. Devido ao fácil acesso do produto e a negligência estatal.

Em primeiro plano, a fácil aquisição do cigarro ainda que o seu consumo provoque doenças como câncer de pulmão, infarto e insuficiência pulmonar é um problema. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil perde cerca de R $ 56,9 bilhões investindo por ano no combate a doenças causadas pela inalação do tabaco. Logo, uma substância tão tóxica e que trás diversas complicações não deveria ser facilmente encontrada para compra, tampouco comercializada.

Outrossim, o Estado tem papel fundamental no combate ao tabagismo. Nesse sentido, segundo Thomas Hobbes, o governo deve controlar, administrar e organizar uma sociedade de forma que promova a ordem social. O que não ocorre no Brasil, visto que o consumo da droga ocasiona vários problemas de saúde a fumantes ativos, aqueles que tragam o cigarro, e os fumantes passivos que inspiram a fumaça tóxica.

Depreende-se, portanto, uma expressão de combater o tabagismo. Logo, é mister que o Estado tome providências para superar o cenário atual. Para que os efeitos do consumo do tabaco sejam amenizados, urge que o Ministério da Saúde faça campanhas de conscientização sobre os perigos do cigarro e suas consequências no organismo, por meio de propagandas nas mídias sociais como televisão, Instagram e Facebook. Ademais o Ministério da Economia deve sobretaxar a droga, para que dificulte sua comercialização. Dessa forma, o papel do Estado descrito por Hobbes será realizado.