Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 31/12/2020

Na série “Chaves”, há a retratação do uso frequente de cigarros. Do mesmo modo, a narrativa não destoa da realidade atual, na qual não só o tabagismo, mas principalmente ele tem sido muito questionado no mundo, por causa de sua dependência, gerando doenças e problemas financeiros aos indivíduos e aos órgãos públicos.

Em primeira análise, é evidente o fato de que, na atualidade, a preocupação com o tabagismo tem sido muito rara. De maneira análoga, segundo Hobbes, o homem é o lobo do homem, ou seja, o ser humano é capaz de agir com grande atrocidade para alcançar seus objetivos. Nesse sentido, uma enorme quantidade de pessoas têm feito o uso indevido do tabaco, com o intuito de sentirem um prazer momentâneo, gerando um vício que pode acarretar no uso de drogas ílicitas e em consequências negativas para os dependentes. Sendo que, segundo a OMS, o tabagismo mata mais de 7 milhões de pessoas a cada ano.

Ademais, devido ao vício do tabaco, seus consumidores vêm sofrendo prejuízos. Desse modo, de acordo com Michel Foucault, o poder articula - se em uma linguagem que cria mecanismos de controle e coerção, os quais aumentam a subordinação. Nesse viés, a maioria dos indivíduos dependentes do tabagismo vêm sendo subordinados a acarretarem doenças cardíacas e pulmonares, o que pode levar a morte e gerar problemas financeiros para os órgãos públicos. Diante disso, segundo a Revista Galileu, custa 21 bilhões de reais por ano para os cofres públicos cuidarem de problemas causados pelo uso do tabaco e o mesmo vem deixando 781 mil brasileiros doentes todos os anos.

Portanto, ao governo é de extrema importância tomar atitudes contra o tabagismo, por meio de um projeto de leis mais dinâmicas. Sendo assim, diminuindo as doenças cardíacas e pulmonares e, por conseguinte, usando o dinheiro público para outros fins, com a finalidade de frear o uso indevido do tabaco no século XXI e suas consequências, assim como é retratado na série: “Chaves”.