Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 31/12/2020
O Mito da Caverna, de Platão, descreve a situação de pessoas que se recusavam a observar a verdade em virtude do medo se sair de sua zona de conforto. Fora da alusão, a relidade não é muito diferente no que diz respeito ao tabagismo no século XXI, visto que muitos indivíduos ainda nao enxergam esse problema na sociedade. Logo, percebe-se o estabelecimento de um sério problema, que possui como causas a alienação social e a insuficiência legislativa.
Em primeira análise, é preciso atentar para o descaso governamental. Segundo o filósofo John Locke, o Estado é responsável por garantir aos indivíduos o que é necessário para viver socialmente. Contudo, infelizmente, ele falha no seu papel organizador, já que não oferece subsídios necessários para o controle do tabagismo, visto que o tabaco minimiza a produtividade econômica, contribui com o aumento da pobreza e afeta negativamente o meio ambiente, segundo a OMS. Com isso, a lei vai sendo enfraquecida e a resolução do impasse dificultada.
Ademais, nota-se também que a falta de engajamento popular prorroga a problemática. Desse modo, de acordo com o filósofo Schopenhauer, os limites do campo de visão de um indivíduo determinam o seu entedimento acerca do mundo. Sob esse viés, observa-se que, por estar imersa em uma outra realidade, a sociedade não percebe a gravidade dos riscos que o cigarro proporciona, como doenças cardíacas e pulmonares, principalmente, o câncer de pulmão. Dado isso, medidas devem ser tomadas para a resolução do quadro negativo em que a sociedade se encontra.
Portanto, tona-se necessária a atuação da mídia junto ao Ministério da Saúde, responsável por dispor de condições para a proteção e recuperação da saúde da população, criar programas de apoio que ajudem os dependentes ao tabagismo a se livrar do uso do cigarro, por meio de divulgações massivas das conquências que o seu efeito provoca no organismo e na sociedade. Dessa maneira, o problema será solucionado.