Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 05/01/2021

O Sistema Único de Saúde Brasileiro (SUS), é um tesouro nacional. No entanto, requer dificultosa conservação por conta dos elevados custos. Sendo assim, qualquer contenção de gastos dispensáveis deve ser garantida. Portanto, um meio de economia é o combate à doenças evitáveis e  com consequências graves, e dentre elas, o tabagismo é frequente na realidade brasileira.

Primeiramente, de acordo com o filósofo Immanuel Kant, o homem é aquilo que a educação fez dele. Neste contexto, o conceito de educação não se resume à prática formal. Deste modo, o panorama de uma criação onde o uso do tabaco é romantizado midiaticamente (ao mostrar um personagem se alegre ao usufruir de tabaco, por exemplo) ou pelo núcleo familiar em que há fumantes é nocivo a um menor por incentivá-lo ao desfrutar de tal prática.

Ademais, a Organização Mundial da Saúde comprova que o tabagismo desencadeia outras enfermidades como cânceres no geral, asma, bronquite, e infarto. Adicionalmente, conforme o Governo federal, o SUS atende 80% da população brasileira, e precisa estar disponível para atender comorbidades inevitáveis. Por conseguinte, combater o tabagismo e outras doenças derivadas do uso de narcóticos, será extremamente benéfico social e financeiramente para o Estado.

Em suma, intervenções devem ser providenciadas para a devida resolução da problemática. Acima de tudo, cabe ao Ministério da Saúde fazer o uso da mídia ao seu favor. Primordialmente, por meio da Secretaria Especial da Cultura, alertas educativos devem ser anexados a toda produção dramatúrgica que contiver cenas com substâncias estimulantes, a fim de alertar a população jovem sobre os malefícios no uso das ditas cujas. E ainda, o Estado deve providenciar o uso de redes sociais para disseminar anti-tabagismo, com o intuito de atingir ainda mais os menores de idade, garantindo assim, a extinção da doença em um futuro próximo.