Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 05/01/2021

Ecossistema

A Declaração Universal dos Direitos Humanos prevê que todo cidadão tenha direito à saúde, porém não é o que se observa em nossa sociedade, que sogre aumento do número de fumantes brasileiros. Dessa modo, cabe analisar o cenário e diminuir esses números, tendo como meios a conscientização e implementação de leis que auxiliem na redução desses números, diminuindo também as consequências desse vício, como a poluição do meio ambiente e problemas respiratórios.

Em um primeiro plano, vale destacar que é necessário haver uma conscientização proporcionada pelo Estado, por meio de campanhas para com as pessoas fumantes, para que estas reconheçam os malefícios do fumo para a sociedade, para o meio ambiente e para o próprio fumante. Essa conscientização é importante para que o uso e até mesmo o tratamento do vício seja mais acessível, visto que, com consciência, o fumante terá mais motivos para largar o tabagismo, vício esse que reduz a estatística de vida.

Ademais, vale salientar a necessidade de uma implementação de leis, por parte do Estado, que confiram controle do uso de tabaco e consequentemente diminua o impacto do tabagismo no meio ambiente. O resíduo do fumo, além da binga, é a liberação de gases poluentes na atmosfera, e gases pesados que ficam em todo meio ambiente, segundo a OMS. Tendo em vista que o tabagismo impacta na qualidade do ar e no meio ambiente, é importante o desenvolvimento de leis que confiram redução do fumo.

Torna-se claro, portanto, que o Estado deve conferir leis e propagandas que garantam conscientização de meio-ambiente e saúde, assim como redução do número de fumantes, tendo como base a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assegura saúde para todos. A fim de que a parcela tabagista seja reduzida, e consequentemente uma sociedade saudável e menos poluente.