Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 08/01/2021
Influência da mídia. Cigarro como símbolo de posição social na década de 50. Nicotina como substância psicoativa que causa a dependência. Ação que predomina em países de baixa e média renda. Entre os fatores relacionados ao tabagismo no século XXI figura a prática que é nociva a todo o tecido social, sendo o cidadão fumante ou não, mas que pode ser evitada através do combate a esse vício. Nesse sentido, convém analisar as principais consequências, problemas e possível medida para atenuar esse triste fenômeno.
Em primeira análise, diante de tal cenário, é nitído que o hábito de fumar tabaco causa o desenvolvimento de comorbidades, como pneumonia, infecções respiratória e cânceres. Dessa forma, segundo o Instituto Nacional do Câncer, 200 mil pessoas, infelizmente, morrem todo o ano por conta de doenças relacionadas ao letal hábito de fumar. Nesse viés, embora as embalagens de cigarro são obrigadas a apresentar alguns riscos à saúde relacionados à prática de fumar, muitos indivíduos os ignoram. Lê-se, portanto, como negligente e irresponsável a postura dos cidadãos que ainda insistem em fumar e podem falacer de forma precoce.
Paralelo a isso, as doenças supracitadas, que ocorrem na maioria dos indivíduos que fumam, demandam tratamento. Segundo dados da OMS, no Brasil, 56 milhões de reais são gastos em despesas médicas. A partir disso, entende-se que as autoridade públicas precisam agir de forma a conter a prática relacionada ao cigarro na população brasileira, pois, aquela configura-se como prejudicial aos cofres públicos e à produtividade do trabalhor. Ou seja, o recurso financeiro gasto aos doentes poderia ser diminuído e convertido no auxílio da solução de outros problemas calamitosos que acometem a sociedade brasileira, visto que o fumo é um vício que pode ser evitado e erradicado.
Portanto, o tabagismo releva-se como uma prática disfuncional não só ao cidadão fumante, como também ao tecido social brasileiro. Desse modo, o governo federal deve criar campanhas contra o fumo e respaldar os materiais didáticos das escolas públicas com as consequências relacionadas à dependência química para alertar as crianças desde pequenas, por meio da parceira de ONGs, editoras de livros, designs e profissionais de saúde, com divulgação em massa desse trabalho na mídia televisiva e nas mídias sociais. Espera-se, com isso, que o atual panorama do tabagismo seja completamente superado no Brasil.