Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 09/01/2021

A Constituição Federal de 1988 prevê em seu artigo 6º, o direito à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. No entanto, esse quadro não tem se repercutido com ênfase na prática quando observa-se o tabagismo, problema grave de saúde. Diante dessa perspectiva, torna-se relevante abordar a ausência de medidas governamentais e as consequências físicas e psicológicas do fumo de tabaco.

Em primeiro plano, na série inglesa Peaky Blinders, os personagens constantemente fazem uso do tabaco e, muitas das vezes, tornam-se viciados em nicotina. De maneira análoga, à realidade do século XXI, os tabagistas não recebem tratamentos médicos para livrarem-se do vício. Com isso, sem a oferta de trato pelo governo, indivíduos que não possuem recursos para bancar um são prejudicados.

Outrossim, segundo o Ministério da Saúde, o tabagismo contribui para o aumento da taxa de aparecimento de doenças respiratórias, abortos espontâneos e prejudica a saúde bucal. Desse modo, os efeitos físicos e psicológicos limitam a vida do indivíduo, à medida que os fumantes tornam-se dependentes químicos. Assim, com agravamento desse quadro, faz-se necessário medidas.

Portanto, a questão do tabagismo contemporâneo é grave para a saúde. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde - protagonista no âmbito da saúde pública -, por meio do SUS, ofertar tratamentos médicos para indivíduos viciados em tabaco, a fim de proporcionar uma vida saudável aos dependentes. Ademais, será garantido um direito da Constituição Cidadã.