Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 11/01/2021
Segundo Zygmunt Bauman, filósofo e sociólogo polonês, ‘‘Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas’’. Muito se tem discutido, recentemente, a respeito de contestar o tabagismo pois as consequências e problemas do futuro já são o ‘‘hoje’’.Portanto, nota-se com sequelas que o fumo pode ser sentidas por quem não fuma, a ausência das referências sobre o manejo do cigarro e oque ele executa e a falta de ensino sobre o tabagismo na educação escolar.
Em primeiro plano, de acordo com a Vigitel em 2019, acessou por inquerito telefônico a população que é fumante passivo e descobriu que em domicílio foi de 6,8% e em locais de trabalho foi de 6,6%. Nessa sentido, fumar causa diversas doenças como aumento do ritmo cardíaco, infarto, derrame cerebral, entre outras para o fumante, todavia, no tempo atual, consta que apenas por estar próximo de alguém que fuma gera atrocidades ao organismo do fumante passivo.
Em uma segunda análise, os motivos por quem começa a praticar o ato, segue de influências em ambientes familiares, fimes e até amigos que estipulam fumantes como ‘‘diferente e legal’’. Nessa pesperctiva, há pessoas que acreditem que o tabaco tem ligação com o emagrecimento, oque na verdade é mito. Muito se fala sobre o âmbito escolar, já que muitos começam logo no 9º ano e não sai mais dessa vida, como Immanuel Kant, filósofo alemão disse, ‘‘O ser humano é aquilo que a éducação faz dele’’
Infere-se, em vista dos argumentos apresentados, que são indispensáveis medidas que possam minimizar a situação. Em suma, cabe ao governo em parceria com o Ministério da Saúde, o dever de fiscalizar as vendas e compras de cigarros, aplicando multas aos comerciantes e penalidades para a venda de menores. Além disso, torna-se necessário que o Ministério da Educação execute cooperaçoes com cada estado e familias, elaborando debates e palestras sobre as consequências do ultilização do tabagismo.