Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 11/01/2021

Problemas evitáveis, consequências irreversíveis.

A série Friends, conta a história de seis amigos. Um deles, Chandler, é fumante, e seus amigos, após várias tentativas, conseguem fazer ele parar com o vício. Infelizmente, na vida real, o problema é mais complicado. Atualmente, parte da população mundial sofre com o vício do tabaco, suas consequências refletem tanto na econômia quanto na saúde, levando muitos dos seus usuários a morte. Fica claro, assim, a necessidade de tratar o cigarro como o grande problema que ele é.

Antes de tudo, deve ficar evidente, a relação entre o vício e seu potêncial letal. O tabaco possui mais de 4700 substâncias, que são tóxicas e promovem diversos problemas de saúde, entre elas a nicotina, que causa o vício. Segundo o Sesi Farmácia, cerca de 30% dos casos de morte cancerígena estão ligados ao cigarro, somado a outras doenças, são 4,9 milhões de mortes por ano. Inquestionavelmente, seu poder destrutivo é real para seus usuários.

Logo, os problemas da área saúde conduzem a problemas econômicos. Margaret Chan, diretora-geral da OMS, diz que “o  tabaco exarceba a pobreza”. Isto é, são gastos, por ano, mais de 21 bilhões de reais com essa problemática, valor que equivale a 0,5% do PIB (produto interno bruto) e 30% dos recursos do SUS em 2011, dados divulgados pela revista Galileu em 2018. De certo, dinheiro que foi gasto com as consequências do vício e poderia ser investido em outras áreas.

Em suma, fica evidente, o grande problema que é o tabaco e os efeios que ele acarreta, sendo urgênte medidas para a diminuição do seu uso. O Ministério Público, junto com a mídia, deveria lançar campanhas com divulgação de dados sobre mortes e gastos, dessa forma, atingindo um grande número de pessoas. A fim de conscientizar a população para os riscos as quais de expõe. Assim, talvez Chandler não teria fumado nenhuma vez, se livrando das consequências irreversíveis do cigarro.