Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 12/01/2021
Um movimento que surgiu durante o século XVIII, na Europa, marcado pelos ideais liberais e progressistas, o Iluminismo propaga a ideia de que uma sociedade só progride quando os indivíduos mobilizam entre si. No entanto, hodiernamente, nota-se esse ideário somente na teoria e não desejavelmente na prática, uma vez que o tabagismo ainda configura um problema no Brasil. Então, torna-se fundamental o debate acerca da problemática a fim de resolução.
Sob esse viés, infere-se que, apesar de a contemporaneidade apresentar muitas inovações, a sociedade ainda perpetua alguns hábitos negativos, como o tabagismo, por exemplo. Nesse sentido, é válido afirmar que mesmo tendo consciência das consequências de fumar, muitas pessoas mantêm esse costume, não se importando com sua saúde e a do próximo, que se torna fumante passivo. Nesse contexto, conforme dados da Organização Mundial da Saúde(OMS), o tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte mundial, o que poderia ser evitado se o fumante ativo demonstrasse empatia ao precupar-se com o bem-estar do outro ser humano. Segundo o filósofo e pensador grego Aristóteles, a mudança é desejável em todas as coisas. Destarte, faz-se pertinente a reformulação dessa conjuntura.
Em consonância, denota-se que o tabagismo ocasiona muitas consequências negativas no corpo humano. Sob essa ótica, é imprescindível saber que as substâncias químicas presentes no cigarro, como a nicotina e o alcatrão, por exemplo, causam doenças cardiovasculares e diversos tipos de câncer. Em conformidade com o blog Farmasesi, a cada dez pessoas que morrem por câncer três são fumantes, em média, demonstrando a vulnerabilidade do organismo humano a essa droga. De acordo com o dramaturgo irlandês Oscar Wilde, o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação advém da insatisfação. Assim, medidas holísticas são extremamente necessárias.
Dessa forma, é perceptível que o tabagismo é um mal a ser resolvido. Logo, é mister que a sociedade se mobilize por meio de redes sociais, como o Instagram, por exemplo, e crie “hashtags” e campanhas contra essa droga, evidenciando os seus malefícios à saúde, principalmente do próximo, com o fito de sensibilizar o indivíduo, em relação ao bem-estar do fumante passivo, e convencê-lo a deixar essa prática. Bem como, o Ministério da Educação - órgão criado em 1932, após a chegada de Getúlio Vargas ao poder - promova mais palestras e campanhas em escolas e universidades sobre as consequências do tabaco ao organismo humano. Desse modo, evitando o aumento do número de fumantes, além de dar o primeiro passo rumo ao progesso descrito por Oscar Wilde.