Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 12/01/2021

A Constituição Federal de 1988, dcumento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Entretanto, tal prerrogativa não tem se manisfetado com ênfase na prática quando se observa o tabagismo no século XXI, dificultando, deste modo, a universalização desse direito tão importante. Diante dessa perspectiva, o tabagismo deve ser superado para que uma sociedade integrada seja alcançada.

A priori, no final do século XX o cigarro era elencado em propagandas como algo bom e da “moda” fazendo seu consumo crescer. Dessa maneira, com sua influência o tabaco se manteve presente na sociedade atual por meio de novos mecanismos além do cigarro, como por exemplo o nargilé. Assim, a nicotina presente nesses produtos causam em seus usuários uma sensação momentânea de prazer, sendo está uma substância tóxica que afeta além dos pulmões todo o corpo. Também, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o tabagismo no Brasil, pois, muitos usuários ainda desconhecem suas consequências.

A posteriori, é fundamental apontar a falta de fiscalização sobre a venda do tabaco como impulsionador do problema. Deste modo, a venda ilegal deste produto ainda está presente em nossa sociedade, aonde produtos não devidamente testados são exportados para o Brasil e distribuidos até mesmo para menores de idade, comprometendo a saúde dessas pessoas. Contudo, essa conjuntura  segundo o filósofo contratualista John Locke, configura-se como violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis como à saúde, o que é evidente no país.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater o tabagismo no Brasil. Para isso, é imprescindível que o governo, por intermédio de anúncios semanais nas redes sociais, como o YouTube, manisfeste as consequências de seu uso para o indíviduo, a fim de fortalecer o conhecimento dos maleficíos do tabagismo a população. Necessário também, o direcionamento da União, exército brasileiro, para reforçar a fiscalização da entrada e venda do tabaco, a fim de auxiliar o trabalho polícial já existente, sendo posicionado em pontos estratégicos em primeira instância com mais ocorrências de apreensões e denúncias.  Assim, será consolidada uma sociedade permeada pela efetivação, aonde o Estado desempenha corretamente seu contrato social, tal como afirma John Locke.