Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 15/01/2021

O Artigo 6º da Constituição Federal assegura aos brasileiros o direito à saúde. Contudo, com o tabagismo em questão no século XXI, as saúdes individuais e coletivas estão ameaçadas, pois a normalização do consumo do tabaco e a ausência de compreensão da causa por parte governamental geram problemáticas árduas no Brasil.

Assim sendo, o tabagismo sofreu, desde o século XX, uma romantização de seu uso, sendo incorporado de maneira habitual nos círculos sociais. Segundo o filósofo Karl Marx, o consumo de mercadorias é tratado socialmente como um “fetiche”, e tal situação promove mais dificuldade na eliminação desse vício por seus usuários, já que estes se encontram em uma satisfação constante.

Ademais, coletivamente, os efeitos do consumo do tabaco são notórios, haja vista que, segundo a Fundação Oswald Cruz, 21 bilhões de reais dos cofres públicos são gastos anualmente com o tratamento de doenças relacionados ao cigarro. Tal questão, por irresponsabilidade governamental, não tem sido tratada com importância devida, e há falta de medidas eficazes que diminuam o número de usuários de tabaco e que combatam a romantização do imaginário popular.

Portanto, para driblar as consequências envolvidas, o Ministério da Saúde, estância responsável pelo bem-estar dos brasileiros, em parceria com canais midiáticos e por meio de propagandas, deve anunciar os programas públicos de tratamento ao tabaco já existentes e realizar publicidades, de modo que o pensamento comum em relação à questão seja desconstruído e possíveis gastos com a causa sejam minimizados. Assim, espera-se que o tabagismo não seja um problema envolvido na sociedade brasileira atual.