Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 13/01/2021
“Eu te provo em meus lábios e não consigo me livrar de você”, a letra da música “Nicotine” da banda Panic! at the Disco relata a relação do cantor com o tabagismo. No Brasil, tal doença é um problema que gera consequências não apenas individuais, mas para todo o corpo social.
A priori, cumpre salientar que o vício em cigarros é uma doença, segundo a Organização Mundial da Saúde. O uso de tal substância é altamente danoso aos usuários visto o alto nível de toxicidade da droga. Ademais, o calor produzido pelo seu uso queima todo o aparelho respiratório do paciente além de prejudicar os alvéolos pulmonares, os quais são inflamados devido às substâncias tóxicas. Dessa forma, os riscos de doenças respiratórias, cardíacas e danos ao cérebro (devido à nicotina) são muito altos.
Outrossim, no plano macroscópico, o tabagismo sobrecarrega os hospitais com questões que poderiam ser evitadas uma vez que esse acarreta as inúmeras doenças. Também vale frisar os danos ambientais que essa droga causa: a fumaça, repleta de substâncias tóxicas, exalada pelos usuários gera poluição e compromete a qualidade do ar e o descarte dos cigarros, após o uso, gera lixo não-reciclável. Assim, fica claro que essa doença traz problemas não apenas para a ordem pessoal, mas também para a ordem pública.
Destarte, para que o problema seja minimizado, é necessário que o Ministério da Saúde realize atendimentos psicológicos aos dependentes da nicotina por meio de programas governamentais para combater o vício. Além disso, o Ministério da Economia deve aumentar os impostos sobre esse produto, para que seu acesso seja dificultado e, assim, o capital gerado deve ser utilizado em políticas públicas de saúde para o tratamento dos dependentes.