Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 14/01/2021
No prelúdio da contemporaneidade, o tabagismo no século XXI configura um problema a ser resolvido no mundo. De um lado, o consumo habitual do tabaco decorrido desde a época do período colonial brasileiro encontra-se como o problema principal. Do outro, as consequências para a saúde da população geradas pela dependência do fumo funcionado como mola propulsora da problemática.
Primeiramente, é relevante abordar que a persistência do fumo na sociedade atual é proveniente de questões culturais, haja vista que no século XX o uso de cigarros era definido como sinônimo de “status social”. Nesses termos, a moda foi adotada pela mídia a fim de incentivar o consumo alegando ser benéfico a saúde, em função disso, a popularidade do tabaco foi progressiva. Prova disso é que, os dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde expõem que 1 a cada 5 pessoas no mundo já fumou tabaco. Logo, é indiscutível a ação do Poder Público com o intuito de incentivar o abandono do vício do fumo, tutelando o direito à vida, em conformidade com a Constituição Federal.
Ademais, vale ressaltar que o consumo frequente do tabaco pode gerar problemas de saúde ao longo da vida, nesse sentido, a preocupação com a qualidade de vida e saúde se torna indispensável. Entretanto, não é o que acontece, visto que o comportamento da maioria dos fumantes prioriza a prática em detrimento da preservação da saúde. Consequentemente, os fumantes estão propensos a adquirirem inumeras doenças, como o câncer pulmonar que tem como sua principal causa o tabagismo. Em validação, dados expostos pelo Instituto Nacional do Câncer afirma que 428 pessoas morrem por dia no Brasil por causa do tabagismo, contudo 156.216 mortes associadas ser evitadas se o tabaco fosse abolido. Desse modo, é notório a importância da conscientização da população ao utilizar o fumo.
Em virtude dos fatos mencionados, fica clara a necessidade de políticas públicas de saúde para resolver o problema do tabagismo no atual século. Portanto, o Ministério da Saúde deve desenvolver um projeto com o objetivo de dificultar às pessoas o acesso ao cigarro. Esta ação poderia ser executada através da destinação de verbas para promover nas redes sociais, como o “Instagram”, “Twitter” e “Facebook”, propagandas socioeducativas que frisem as consequências negativas que derivam do tabaco para conscientizar e informar a população. Dessa forma, o corpo social pode se livrar desse mal.