Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 15/01/2021
Em 2011 foi regulamentada a lei de antifumo no Brasil, que está em vigor até os dias atuais, no qual proíbe o fumo em ambientes fechados em espaços públicos e privados. Esta lei foi criada para inibir a prática do tabagismo e apesar da evidente diminuição, o problema do tabagismo no Brasil ainda persiste. Em decorrência da glamuoretização do ato de fumar e da falta de informação a uma parcela da sociedade.
Primordialemente, o ato de fumar foi por muito tempo glamuoretizado e tinha um papel preconizado com inserção social. Durante a década de XX as campanhas midiáticas criaram esteriótipos positivos relacionados à pratica de fumar, levando as pessoas crerem que estariam se beneficiando pelo consumo de necotina e demais substâncias oriundas. Logo, observa-se, a herança deixada por estas publicidades que incentiva o uso dos cigarros no país.
Ademais, a escassez de informação promovida pelo Estado, corrobora para a manutenção do hábito de fumar de grupo de pessoas. Pois não é priorizado o debate acerca do tabagismo, e as gerações atuais não possuem a concientização dos malefícios e perigos à saúde que os cigarros trazem. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) o tabagismo pode ser considerado como uma pandemia global. Sendo assim, muitos consomem este produto sem conhecimento dos impactos à uma vida saúdavel.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para sanar a problemática do tabagismo no Brasil. Dessa maneira, urge que o Ministério da Saúde, orgão responsável pela estrutura de saúde universal no país,realize campanhas midiáticas para conscientizar a população sobre os malefícios do uso do cigarro, por meio de transmissões em rede nacional, a fim de diminuir a quantidade de usuários. Somente assim, a consideração da OMS poderá ser revisada.