Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 15/01/2021

No século XVII, o rei inglês James I teceu uma dura crítica ao tabagismo, o qual evidenciou: ‘‘Fumar é um costume repulsivo para os olhos, detestável para o olfato, daninho para o cérebro,perigoso para os pulmões’’. Embora, sua fala fosse um alerta para os malefícios do tabagismo, ele foi ignorado por aquela sociedade e também pelas outras gerações, visto que, no século cinquenta, o ato de fumar se tornou algo de posição social, sempre ligado a pessoas poderosas. Diante desse cenário, no Brasil contemporâneo, é válido analisar a problemática e as consequências, oriundas da negligência do estado e  do grave problema na saúde pública.

Em primeira análise, convém ressaltar que, a negligência e a passividade com qual o Estado trata os dependentes químicos e os demais cidadãos promove a persistência do empecilho. De acordo com a OPAS ( Organização Pan- Americana da Saúde) o tabaco mata maia de 8 milhões de pessoas a cada ano, sendo que mais de 7 milhões dessas mortes são resultados do uso direto do tabaco. Dessa maneira, poderia ser previnido, tendo como aliados: ONG’s, campanhas contra oo tabagismo e até mesmo a parceria com grupo ativistas, como por exemplo o Quebrando o Tabu.

Além disso, o tabagismo se torna um grave problema de saúde pública, visto que afeta grande parcela da população, sendo os fumantes ativos e passivos. Segundo o Dr. Drauzio Varella, os fumantes morrem três vezes mais de doenças cardiovasculares, respiratórias e dos diversos tipos de câncer, além de viverem 12 anos a menos que um não fumante. Já os fumantes passivos – aqueles que convivem com fumantes ativos em ambiente fechados- também são expostos aos componentes tóxicos e cancerígenos presentes na fumaça do tabaco. Com isso a saúde pública gasta cada vez mais no tratamento e assistência á essas pessoas.

É evidente, portanto, os problemas e as consequências do tabagismo no século XXI. É necessário que o Ministério da Saúde, crie medidas para a prevenção e consciêntização da população, por meio de ações midiáticas, com mensagens fortes, na presença de médicos e de ex fumantes, a fim de alertar os males do tabaco no corpo. Dessa forma, que seja desenvolvido projetos, palestras e que o Poder Legislativo crie leis que assegurem tanto os fumantes ativos, quanto os passivos, para que haja casas de reabilitação para essas pessoas, visando o tratamento de doeças e a estagnação da cultura de fumar.