Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/01/2021

O filósofo francês Sartre defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe- se uma irresponsabilidades da sociedado no que concerne o tabagismo no século XXI. Dessa forma, observa-se a consolidação de um grave problema, em virtude da ineficiência estatal e da formação familiar. Diante disso, é indispensável o debate a cerca do tabagismo no Brasil.

Em primeiro plano, é importante destacar a ausência de medidas governamentais para combater o impasse. Nesse sentido, o governo não toma medidas para conter o uso do tabaco, como por exemplo aumentar a taxa sobre o produto . Essa conjuntura, segundo as idéias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, pois, o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem desse direito indispensável, como à saúde, o que infelizmente é evidente no país.

Em segundo plano, vale ressaltar que o ambiente familiar esta intimamente ligado ao tabagismo. Conforme o sociólogo Talcott Parsons, a família é uma máquina que produz personalidades humanas. Sob esse viés, o tabaquismo, muitas vezes, está relacionado a um costume passado entre gerações, posto que a convivência com parentes habituados ao consumo de tabaco pode induzir outros familiares a adotarem essa conduta. Logo, a inserção da pessoa em um ambiente influenciador, acaba por agravar o impasse.

Portanto medidas são necessárias e urgentes para minimizar os impasses relacionados ao tabagismo. É necessário que o Ministério da Saúde em conjunto com as escolas, promova palestras e campanhas educativas que mostrem às pessoas  sobre as consequências do tabagismo na sociedade com o intuito de alertar  em relação ao perigo a longo prazo causado por esse vício. Com essas medidas a sociedade desempenhará o “contrato social” mencionado por John Locke.