Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/01/2021
Segundo o filósofo Luiz Felipe Pondé, o mundo é mau porque ele é fruto do comportamento humano e este possui tais pressupostos. Essa ideia fica explícita quando a referência é o problema com o tabagismo no Brasil. Sob essa conjectura, as causas apadrinhadoras como o fácil acesso e falta de punição devem ser mudadas sem delonga.
Em primeiro lugar, deve-se ponderar que o reconhecimento do problema do alto consumo do tabagismo é uma concepção existente pela sua facilidade. Diante disso, o aumento de doenças cardíacas e pulmonares em jovens, comprovam os resultados cada vez piores sobre os aspecto do sistema normativo jurídico e suas premissas contra o comércio ilícito.
Ademais, outra perspectiva que atribui os vícios é a falta de leis para maior controle. Isso fica indubitável quando o problema é recorrente por falta de punições severas. Desse modo, consequências que desfavorencem a saúde indicam o porquê de haver tanto prejuízo dos recursos do SUS e apontam um exemplo de negligência com os cidadões.
Fica claro, portanto, que mudanças devem acontecer sobre o acesso. Dessa maneira, o Estado deve imiscuir-se, por intermédio de leis e ações, com o intuito de atenuar a problemática. Logo, é imprescindível que campanhas sejam feitas nas escolas e famílias a fim de reverter o índice dependente. Assim, a aplicação da Convenção-Quadro da OMS para controlar o tabagismo, será uma realidade aplicada na sociedade.