Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/01/2021

O documentário “Preço do Progresso”, relata as propagandas das indústrias que tinham intuito de convencer o espectador de que o fumo era algo prazeroso. Dessa maneira, torna-se premente analisar as duas vertentes dessa problemática: a idealização por parte do fumante e a complicação em relação a saúde do usuário de tabaco.

Em primeira análise, é imperioso demonstrar que os meios de comunicação possuem grande responsabilidade, como por exemplo, de mostrar a realidade mesmo com a persuasão. Acerca disso, é pertinente citar o fundador da psicologia analítica Carl Jung, toda forma de vicio é ruim, seja álcool, cigarro, drogas ou idealismo. Desse modo, observa-se que a psicopatologia precisa ser tratada com mais seriedade. À vista disso, os que se deixam levar pelas novas tecnologias usadas para o convencimento em massa sofrem com consequências irreversíveis, sejam elas psíquicas e ou patológicas.

Sob outro prisma, com o decorrer dos anos foi possível observar uma diminuição dos dependentes de nicotina. A constituição de 1988, proibiu o comercial de cigarros nas televisões brasileiras e também posteriormente a mesma proíbe fumar em locais públicos. Assim, é importante salientar que a OMS – Organização Mundial da Saúde – decreta que saúde é o estado completo de bem estar físico, mental e social. Logo, constata-se que o tabagismo apresenta riscos a salubridade coletiva, por isso é um caso de saúde publica e não censura.

Portanto, destaca-se, assim, o marketing comercial uns dos responsáveis pela disseminação das ideias errôneas a cerca do tabagismo. Dessarte, cabe ao Poder Executivo, por meio do Ministério da Comunicação, criar campanhas de conscientização na sociedade sobre os riscos dos vícios. Isso pode ser feito por engajadas midiáticas que não romantizem doenças psíquicas e também nas escolas educando o ensino básico, a fim de criar um pensamento lógico e coletivo sobre os riscos do hidrocarboneto – substância presente no cigarro que causa problemas respiratórios -. Essa proposta tem por finalidade, ainda que minimamente, a garantia do direito a informações legítimas.