Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 17/01/2021

Na animação “Popeye” é retratado um personagem que sempre está com um charuto na boca, fumando-o. Fora da ficção, essa é uma realidade enfrentada por muitos ao redor do mundo, graças ao grande vício proporcionado pela nicotina (substância encontrada no tabaco). Com isso, surge a problemática acerca dos problemas e consequências do tabagismo no século XXI, tendo em vista a falta de medidas que visem controlar esse produto e a má influência social.

Em primeira análise, é válido salientar a necessidade de maior controle em relação ao tabaco. De acordo com Margaret Chan, diretora-geral da OMS, se existissem medidas firmes de controle, o Governo conseguiria um maior sucesso em proteger a população desse vício. Nesse sentido, implica-se a questão das fiscalizações de vendas, pois é estipulado por lei a proibição de venda para menores de idade, porém é notório o grande acesso que a população jovem possui.

Outrossim, destaca-se a má influência social. Com o avanço que a tecnologia disponibilizou, dentro do mundo das redes sociais é fácil de achar adolescentes postando coisas com cigarros, e até mesmo bebidas. Isso ocorre como uma garantia de status e até mesmo, como uma influência midiática, haja vista que se sentem na necessidade de pertecerem a um grupo social. Por conseguinte, uma das consequências disso é a dependência desenvolvida pelo tabaco e futuras doenças.

Entende-se, portanto, que medidas são necessárias para solucionar tal problemática. Diante do exposto, urge que a escola, desde os primórdios, eduque as crianças e os adolescentes, por meio de palestras e eventos, para que a geração futura cresça com informação e orientação adequada. Ademais, que o Governo Federal fiscalize com mais rigidez a venda de tabaco, recorrendo à punições para quem descumprir a lei, visando que menores de idade não se tornem dependentes da nicotina. Dessa forma, espera-se que os dados de tabagismo no mundo caiam.