Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 17/01/2021

‘‘Saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.” Esse trecho retirado do poema ‘‘Tabacaria’’ de Fernando Pessoa faz alusão a sensação de prazer proporcionado pelo cigarro. Todavia, mesmo com o consumo tendo diminuído, esse vício ainda gera sérias consequências como o câncer. Nesse sentido, seja pela ‘‘romantização’’ do cigarro, seja pelas doenças que causa, tal problemática merece um olhar mais crítico para tal enfrentamento.

Em primeiro lugar, a ‘‘romantização’’ do cigarro impulsiona a problemática. Na série Peaky Blinders, retratando o cenário entreguerras, é nítido a grande utilização do produto, visando a libertação e prazer. Entretanto, nos dias atuais sabendo-se das consequências do abuso do produto, torna-se necessário o combate ao tabagismo e sua romantização e conseguinte percepção de sua real consequência.

Outrossim, doenças como o câncer de pulmão dentre outras são mais fatores que mostram a importância do combate ao tabagismo. Doenças respiratórias como enfisema pulmonar e cancêr de pulmão, são algumas das consequências originárias do uso excessivo do tabaco. Desse modo, é fulcral o combate ao tabagismo visando uma sociedade menos enferma e mais saudável.

Portanto, conclui-se que a permanência do impasse é fruto da falta de competência necessária no combate ao tabagismo por parte do Estado. Assim, para mitigar a problemática, urge que  o Governo, como instância máxima de administração executiva, invista, por meio do Ministério da Saúde, em políticas de combate ao fumo através de propagandas nos canais midiáticos, alertando de suas consequências, de modo a evitar o consumo desde jovem. Somente assim, o Brasil caminhará para um futuro menos esfumaçado e mais saudável para a população.