Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 05/03/2021

Para Umberto Eco, filósofo italiano, ´´ Para ser tolerante, é preciso fixar os limites do tolerável´´. Entretanto o tabagismo no século XXI contraria-o, uma vez que há dificuldades para conter as consequências desta prática no mundo. Nesse prisma destacam-se dois aspectos importantes: Os malefícios causados a saúde do fumante e a poluição ambiental causada pelo uso dos cigarros.

Em primeira análise destacamos o risco a saúde do fumante, visto que segundo a OMS, o tabagismo mata mais de oito milhões de pessoas por ano. Sobre tal afirmação o vício contribui para agravar enfermidades além de desenvolver diversas doenças bucais e pulmonares como o câncer.  Dessa forma um dos problemas do tabagismo na sociedade são as suas influências e consequências danosas ao bem estar de todos.

Em segunda análise a fumaça produzida durante o fumo e o descarte de forma indevida, se tornam prejudiciais ao meio. Consoante a isso para Paul Watson, diretor da fundação Greenpeace, inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio. Sendo assim tal postura é vista na forma como o descarte das bitucas de cigarro é feito, grande parte delas são descartadas erroneamente nos solos e podem ir para os ecossistemas aquáticos, trazendo malefícios aos animais deste local. Ao irem para a natureza elas são colaboradoras de queimadas e enchentes. Destarte, o tabagismo é uma ação insustentável e adversa ao ambiente.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham conter os problemas e consequências do tabagismo. Por conseguinte cabe ao Ministério da Saúde e ao Governo disponibilizarem recursos suficientes ao SUS para atender devidamente os fumantes, por meio de investimentos financeiros. É preciso que ele seja abastecido com medicamentos, além de profissionais adequados. Sendo assim, com o controle do tabagismo, a mortalidade e os danos ambientais serão contidos, atenuando essa conjuntura que ameaça o século XXI.