Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 05/03/2021
O tabagismo - que é a depedência química ocasionada pela nicotina - foi classificado pela OMS como enfermidade. Estima-se que 16% dos brasileiros sejam fumantes.
Essa doença é responsável por cerca de 45% das mortes por infarto do miocárdio, também chamado de ataque cardíaco. Além do infarto também veirfica-se que viciados em nicotina apresentam chances exponenciais de outras doenças, dos mais variados tipos, tais como aneurismas, hipertensão arterial, trombose, cânceres de laringe, esôfago, pulmão e outros que afetam o aparelho gastrointestinal. Também pode ocorrer a infertilidade nas mulheres e impotência sexual nos homens.
De acordo com um relato dado pela garçonete Eliete Alves da Costa Barros: “Foi há 9 anos atrás que eu vi meu marido doente, com problema no coração e decidi que era hora de tomar uma atitude”. Como exposto pela garçonete e ex-fumante, o vício em nicotina não afeta somente a saúde, como também os relacionamentos interpessoais.
Como possíveis soluções para o problema do tabagismo no Brasil, existem as seguintes formas: centros de reabilitação públicos, que oferecem serviços de internação e apoio psicológico, até que o paciente fique totalmente livre; controle de consumo e distribuição, impondo leis que possam ser eficazes para reduzir a procura da droga; também seria eficiente a intensificação do demarketing no mercado nacional do tabaco, sobretudo, através de campanhas de consientização sobre os malefícios da substância.
Giovana Carvalho Romão