Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 02/03/2021

A FUMAÇA IMPETUOSA

O tabagismo já foi visto por muitos como um ato elegante, requintado, fino e um símbolo de alta classe. No entanto, ele causa muitos problemas tanto quanto para a saúde e o meio ambiente. Em síntese dessas adversidades, hoje em dia a sociedade e muitos órgãos de saúde estão mais apreensivos.

Dessa maneira, o tabaco carrega consigo muitas consequências para o bem-estar dos fumantes ou fumantes passivos. Podendo no futuro (em particular os fumistas) aderir a doenças respiratórias que possuem a possibilidade de evoluir e se transformar em um enfisema pulmonar ou câncer de pulmão. Inclusive, há o potencial de aparecer úlceras gástricas, impotência sexual, ou infartos e AVC dentre outros. Segundo a Organização Mundial de Saúde a cada 10 pessoas no mundo morrem devido ao vício de fumar, de mais a mais a estimativa de óbitos previstos pela OMS para o século XXI, são de um bilhão de pessoas.

Já para o ecossistema os problemas começam desde o plantio até a fabricação e uso, afetando o ar, o solo, a água e acarretando o desmatamento de muitas áreas para as construções de fornos com a finalidade de secagem das folhas do fumo antes de serem enviadas para as indústrias. Além de tudo, os gases imitidos pelo uso deste produto são altamente tóxicos, e a aplicação de agrotóxicos nas plantações acabam poluindo os lençóis freáticos, rios, córregos e a terra. Ademais, muitos dos cigarros utilizados são descartados de forma inapropriada.

Logo, os governos junto as instituições de saúde com o apoio da OMS, devem criar programas de reabilitação para os usuários, passar a conscientizar a população sobre os malefícios e trazer essas campanhas de orientação para dentro das escolas independente da classe social e aumentar os impostos e taxas sobre essas mercadorias. neste sentido, o valor desse produto será muito elevado fazendo com que as pessoas não procurem muito por ele ou comprem por causa do seu valor. Expandindo as verbas para os planos de reparação e de percepção das nocividades aumenta ainda mais as chances de melhores resultados. Portanto, é necessário também que seja mais rigorosas as vigilancias nos locais de fabricacão e das lavouras e obrigar a todos os produtores a reflorestar as áreas afetadas e restringir certas substâncias aplicadas nas plantas que são perigosas para a nataureza. Somente desse modo as melhoras serão notáveis de todos os ângulos possíveis, diminuindo o efeito provocado por muitos anos até os dias de hoje.