Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 04/03/2021
Preocupante e alarmante, o tabagismo está se tornando cada vez mais comum no cotidiano das pessoas, dos quais os riscos são ignorados ou até mesmo desconhecidos. A influência em desenhos infantis e programas de televisão, fazem com que a “popularidade” do uso do tabaco seja considerado algo descolado e glamourizado no meio social.
Atualmente, cerca de 22 milhões de brasileiros têm o hábito de fumar e aproximadamente 156.200 morrem por ano devido ao agravamento de doenças que o cigarro proporciona. Porém com o grande número de restrições para fumantes, tais como a Lei Antifumo nº 12.546/2011, que proíbe o uso de tabaco em locais fechados, simultaneamente com avisos e imagens dos males proporcionados deixados nos maços fizeram com que muitos repensassem e abandonassem esse vício.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA), juntamente com a rede de tratamento do tabagismo do SUS tem como objetivo priorizar o tratamento do fumante como uma estratégia para o controle e a diminuição dos dependentes químicos, já que essa ação feita de forma imprudente pode ocasionar danos físicos e psicológicos ao indivíduo, caso não seja realizada por profissionais da saúde.
É importante tomar as devidas precauções educacionais, como o Proerd, para que os jovens desde cedo saibam quais são os danos que os vícios podem acarretar à nossa saúde. Também é necessário o incentivo de propagandas, grupos de conversação e instituições para conscientizar a população.
O governo tem tomado ações efetivas para o aumento da taxa dos cigarros, tentando com isso dificultar a compra desses produtos, porém, com o contrabando oriundo de países do Mercosul, essa tentativa não está tendo sucesso, sendo necessário uma fiscalização maior nas fronteiras para coibir de forma enérgica a entrada dessas mercadorias no nosso país.