Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 01/03/2021
No período de Colonização da América Inglesa, ocorria nas Colônias do Sul a produção de tabaco, voltada para o mercado externo. Embora, apesar de antigo, o cigarro ainda está encrustado na sociedade do século XXI, causando graves problemas e produzindo sérias consequências aos cidadãos e a economia. Sob tal visão, afirma-se que o tabaco, que possui substâncias tóxicas, negligencia a saúde dos usuários, gerando assim, gastos constantes na saúde pública, bem como a diminuição da produtividade dos indivíduos, findando em impactos econômicos. Desse modo, medidas são necessárias para a solução desse revez.
Em primeira análise, constata-se que o tabaco produz notáveis consequências maléficas à saúde dos brasileiros. Quanto a isso, é comprovado que a droga é altamente viciante, devido à nicotina presente nos maços, o que causa dependência nas pessoas, tendo por consequência seu uso exacerbado. Concomitante a isso, tal exagero provoca doenças graves nos indivíduos , como o câncer de pulmão, se tornando um dos maiores problemas de saúde pública do mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. Sob essa visão, pode-se sublinhar o pensamento de Émille Durkheim, sociólogo francês, que justifica a realização dessas ações prejudiciais ao indivíduo com o “Fato Social”, um conceito que alega que as ações dos indivíduos são subjulgadas pelos padrões e costumes da sociedade que o rodeia.
Em segunda análise, Walter Sasso, escrevia sobre como os vícios maltratam a mente. Por certo, é evidenciado que não só problemas físicos, como também, mentais são causados pelo cigarro no país, produzindo mutações neurológicas capazes de reduzir a produtividade dos indivíduos no trabalho e na vida social, prejudicando a economia nacional. Em outro viés, o gasto em saúde pública em detrimento do uso abusivo de cigarros e afins é, proporcionalmente, estratosférico. Segundo dados da PNAD, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, esse despesa é equivalente à 0,5% do PIB. Logo, é necessária a regulamentação do uso de tabaco como forma de reduzir tais problemas.
Dessa forma, depreende-se, portanto que são imperativas ações que mudem tal cenário. Nesse segmento, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Justiça, regulamentar a venda do tabaco, por meio de leis que reduzam sua comercialização, e consequentemente o uso por pessoa e os gastos com a saúde pública. Além disso, para potencializar os efeitos da Lei Nº 9.294, a mídia televisiva deve trabalhar com campanhas socioeducativas que mostrem as mazelas geradas pelo cigarro, a fim de fazer educar as futuras gerações. Feito isso, aquilo que vem tirando vidas desde a Colonização Inglesa, terá um impacto menor no século XXI.