Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 05/03/2021

O tabagismo no século XXI no Brasiln possuí raizes amargas do século passado, visto que no século 20 o consumo do tabaco era romantizado pelas mídias que apresentavam personagens “legais ou descolados” como consumidores assíduos do cigarro o que provocou a ascenção da substância, na época. Por consequência, a realidade hodierna do brasileiro ainda sofre com os terríveis efeitos do tabagismo, os quais sao vistos e/ou vivenciados a longo prazo pelo seus consumidores. Portanto, urge que medidas sejam tomadas para minimizar os efeitos do tabagismo no século vigente, seja pelo alto gasto do governo com os dependentes, seja pela facilidade atual do acesso ao tabaco.

È evidente que o consumo de cigarros gera efeitos maléficos a saúde de quem consome, como o surgimento de doenças pulmonares que comprometem as vias respiratórias. Outrossim, o tabagismo transpassa a saúde individual, efetando a saúde coletiva se configurando em um problema de saúde pública. De conformidade, a Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) afirma que o país gasta aproximadamente 21 bilhões no tratamento de dependentes da nicotina - substância presente no cigarro. De fato, o dinheiro gasto com o tratamento de doenças evitaveis como as advidas do consumo do cigarro poderia estar sendo investido em outra área da saúde como em doeças hereditárias. Com isso percebemos o efeito direto dos indivíduos consumidores do tabaco com a sociedade geral.

Atualmente, está em vigor desde 2011 a Lei anti-fumo que proibe a utilização do cigarro em ambientes fechados, proibe as propagandas de incentivo ao consumo, e tem como obrigação conter no rótulo do produto as devidas consequências, com efeito de não atrair novos consumidores . Sob outro ângulo, a facilidade no acesso do cigarro e suas variantes, possibilita um contato maior dos jovens com a substância por curiosidade, o que os deixa expostos a possíveis vicíos.

Por tanto, é necessário que medidas sejam tomadas para minimizar o impasse. È inquestíonavel a carência do Brasil através de empenhos governamentais efetivos voltados para o acolhimento e apoio de dependentes químicos. Certamente, medidas como financiamento e investimentos em Centrais e Instituições de apoio a dependentes, como a contartação de proficionais especializados disponíveis e ambientes equipados, juntamnete com a promoção de propagandas efetivas contra o consumo do tabaco por meio de tv’s e mídias sociais, seria de grande valia para a redução de atuais dependentes e para a precaução do sistema de sáude contra possíveis pacientes. È indispensável o investimento ficanceiro em que, o governo deverá cobrar mais impostos aos donos de supermercados e mercearias sobre a cigarro e seus variantes, assim  esse aumento seria repassado aos consumidores possibilitando uma restrição de usuários. Logo haveria uma redução de novos e de atuais dependentes da substância.