Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 05/03/2021
A fumaça do séulo XXI
No início do século XX, fumar era considerado tendência para a população que possuía um alto poder econômico, demonstração de luxo e riqueza. Porém, esse ato tornou-se um hábito para as demais camadas sociais que acarretou em um entrave nas sociedades menos favorecidas, devido à falta de informações sobre a causa e as reações do manuseio do cigarro.
Anos mais tarde foi comprovado cientificamente que o uso do tabaco tinha e ainda tem efeitos negativos no sistema respiratório, cardiovascular e cerebral, o cigarro possui substâncias tóxicas liberadas na fumaça além da presença da nicotina causadora da dependência. As consequências para o indivíduo, debilitando o seu organismo vem de acordo com a quantidade de maços fumados. Sob esse viés, pode-se sublinhar o pensamento de Arthur Schopenhauer, filósofo alemão, que julga ser um erro do ser humano sacrificar sua saúde para satisfazer seus vícios e vontades.
O espaço natural também sofre com a sujeira provocada pelos fumantes. Para Paul Watson, diretor da fundação Greenpeace, inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio. Entretanto, no mundo contemporâneo, o ser humano polui em excesso, rompendo a relação harmônica com os ecossistemas, ao invés de usufruir de sua capacidade de vivência sustentável. Tal postura lastimável é vista na forma como o descarte das bitucas de cigarro é feito, grande parte delas são descartadas erroneamente nos solos e, com a chuva, podem ir para os corpos d’água, trazendo malefícios aos animais deste local, ao irem para a natureza elas também são colaboradoras de queimadas. O tabagismo é uma ação insustentável e adversa ao ambiente.
Nesse viés, é dever das escolas em cooperação com os pais conscientizar os jovens e as crianças a partir de conversas esclarecedoras abordando o tema. Ademais, é cabível ao Governo controlar e fiscalizar a venda de cigarros por intermédio de órgãos responsáveis.