Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 05/03/2021

Até o século XVIII, o ato de fumar era mais presente entre homens e mulheres de má reputação. Entretanto, hoje, no Brasil, o tabagismo já é considerado um problema de saúde pública e bem frequente na sociedade. Com isso, surgem consequências significativas desse impasse, como o dano causado à saúde dos indivíduos e o aumento no número de mortes.

Primeiramente, é indubitável que o tabaco causa impactos negativos na vida das pessoas. De fato, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), o fumante pode adquirir diversas doenças decorrentes do tabagismo, como doenças pulmonares e cardíacas. Nesse sentido, com o decorrer do tempo, muitos problemas podem ser manifestados e, além disso, é importante pontuar que não é apenas o fumante que sofre as consequências, pois a fumaça proveniente do cigarro acomete também àqueles ao redor quando inalada.

Ademais, é válido salientar que a problemática pode levar à morte. Nessa perspectiva, a OMS já declarou mortes devido ao câncer de boca, câncer de pulmão, problemas cardiovasculares e derrame cerebral ocasionados pelo consumo do tabaco. No entanto, apesar do consequente número de óbitos, o hábito de fumar continua crescente e, nos últimos anos, tornando-se corriqueiro entre os jovens. Desse modo, sobretudo o cigarro, persiste como um produto ainda bastante comercializado e consumido mesmo com todo o efeito negativo.

Fica evidente, portanto, a necessidade de políticas públicas para combater o tabagismo no Brasil. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com os postos de saúde dos municípios, promover campanhas socioeducativas a respeito do combate ao fumo, que seriam realizadas por meio de mutirões compostos por profissionais da saúde, a fim de levar mais conhecimento à população e evidenciar a importância de se debater sobre o tema. Somente assim, o número de fumantes diminuirá e as implicações do tabaco poderão ser combatidas.