Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 07/03/2021

Em 1955, a indústria tabagista lançava a sua principal campanha com o objetivo de incentivar o consumo de cigarro: o “cowboy” da Marlboro. Nesse viés, o ato de fumar, estimulado desde o século passado, representa um grave problema de saúde pública, visto que há substâncias nocivas ao organismo humano e ao ecossistema. Contudo, apesar de haver avisos nas embalagens, os fumantes simplesmente ignoram, a fim de suprir suas necessidades mentais.

Diante desse cenário, é válido ressaltar que o tabagismo promove diversas enfermidades, dentre elas diversos tipos de câncer e doenças cardiovasculares, além de estar diretamente relacionado ao desmatamento em larga escala, conforme alega o INCA - Instituto Nacional do Câncer. Nesse viés, tal ato provoca um lastimável imbróglio à saúde pública no país, necessitando, assim, urgentemente de medidas interventivas. Dessa maneira, é incoerente que apesar dos efeitos nocivos, ainda exista uma cultura de fumantes no país.

Outrossim, a Lei Antifumo, publicada em 2011, prevê estratégias para desestimular o consumo de cigarro no Brasil. Inclusive, uma das maneiras encontradas foi a impressão de embalagens contendo os avisos das doenças pelas quais o uso da nicotina - substância presente no cigarro - é capaz de favorecer. Entretanto, apesar desse mecanismo, o percentual de fumantes se mantém, pois, embora reconheçam os malefícios do uso, não tratam as necessidades mentais que os fazem recorrer ao ato de fumar. Logo, é imprescindível o acompanhamento psicológico desse indivíduo.             Portanto, é evidente que o tabagismo deve ser erradicado. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde combater as causas que levam o cidadão a fumar, por meio de atendimento psicológico virtual - para que a abrangência seja mais rápida - a fim de mostrar-lhe outros meios de aliviar o sentimento. Além disso, as escolas devem promover palestras acerca dos malefícios acerca de fumar com os indivíduos mais jovens, com o intuito de prevenir futuros “cowboys” da Marlboro ativos no país.