Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/04/2021
Fiuk, cantor e ator, chamou a atenção no último mês por seu vício em cigarro dentro do Big Brother Brasil. O participante revelou que chegou a consumir 120 cigarros em sete dias, já que o fumo se tornou uma “válvula de escape” para suas crises de ansiedade e depressão. De maneira análoga, o problema que envolve a questão do tabagismo na sociedade brasileira mostra-se lamentável. Desse modo, esse imbróglio social ocorre devido à má influência midiática, como também à falta de investimentos do governo.
Nesse sentido, é preciso considerar a mídia como um grande fator da problemática, haja vista que de acordo com o Jornal Washington em 2017, 1 a cada 3 fumantes são influenciados por séries e filmes. Desse modo, os veículos midiáticos, apesar de proporem propagandas a respeito dos perigos do uso de tabaco, transmitem a normalização do fumo, já que frequentemente colocam personagens fumantes no roteiro de suas produções cinematográficas. Dessa forma, é admissível concluir que o entrave percebido nos riscos do tabagismo entre os jovens brasileiros mostra-se preocupante, porquanto afeta de modo abusivo o público em questão.
Além disso, apresenta-se relevante também pautar sobre a falta de investimentos do governo em promover a educação sobre o fumo para a população, tendo em vista que o cigarro pode causar ansiedade e depressão, tanto pelo consumo da nicotina, quanto por sua ausência. Dessa forma, é inadmissível que essa postura estatal continue, já que de acordo com a Organização Mundial de Saúde, a cada seis segundos uma pessoa morre por doença relacionada ao tabagismo. Diante dessa análise, é perceptível que esse vício pertence a uma circunstância, infelizmente, nociva, o que possibilita efeitos negativos, como dependência física e psicológica do consumo de nicotina.
É evidente, portanto, que ao considerar que o perigo do uso do cigarro por jovens é um grande problema social, deve ser revertido. Para tal, urge-se que os grandes veículos midiáticos reduzam, por meio da fiscalização de suas transmissões, a quantidade de obras televisivas que tragam o uso de tabaco. Com o fito de alertar a sociedade em relação ao perigo a longo prazo causado por esse vício. Ademais, o Ministério da Saúde deve promover propagandas que informem sobre os tratamentos públicos que o SUS oferece contra o tabagismo. Destarte, o Brasil será capaz de superar esse imbróglio e situações como a de Fiuk serão extinguidas.