Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 22/04/2021
Na década de 1960, a indústria do fumo, devido às intensas propagandas, incentivou e relacionou o ato de fumar a algo charmoso e ligado à vida adulta. Entretanto, em oposição ao século passado, hoje o tabagismo é relacionado à inúmeros problemas de saúde e à consequências econômicas ao Estado.
Em primeira análise, sabe-se que fumar causa prejuízos à saúde humana, visto que, segundo a Organizaçao Mundial da Saúde (OMS), o uso de cigarro desenvolve problemas neurológicos, cardíacos e câncer, dentre os mais comuns os de pulmão, próstata e em orgãos do sistema digestório, ocasionando na morte de milhões de pessoas por ano. Isso ocorre, pois existem milhares de susbstâncias tóxicas presentes na fumaça do cigarro, as quais são inaladas pelo indivíduo e, assim, prejudicam o seu organismo.
Ademais, é nítido que o tabagismo é um problema que afeta o Estado, dado que campanhas nacionais são feitas anualmente e há, nas caixas de cigarro, alertas aos usuários, realizados pelo Ministério da Saúde, os quais advertem consequências como envelhecimento precoce, aborto, câncer, impotência sexual e óbito. Porém, além desses problemas ao indivíduo, o tabagismo é uma preocupação econômica, porque esse gera altos custos de tratamento de doentes, e, devido à mortalidade, reduz o quatitativo de pessoas que trabalham.
Entende-se, portanto, que o tabagismo é um problema de cunho socioeconômico. Nessa perspectiva, é necessário que o Ministério da Saúde - orgão federal responsável pela administração da saúde do país - reforce o controle do tabagismo no país, por meio de campanhas que informem e eduquem a população, a fim de minimizar o uso de cigarro no Brasil. Além disso, é importante que aumentem os impostos sob esse produto, com o intuito de elevar o seu custo no mercado, reduzindo seu consumo. Desse modo, torna-se viável mitigar os problemas e consequências do tabagismo atualmente.