Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 08/05/2021

O Brasil Colônia foi um período de supervalorização da produção e da comercialização do tabaco, visto a admiração e a necessidade do mercado mundial de comprá-lo e consumi-lo. De forma análoga, vê-se, no Brasil a persistência do tabagismo, como uma prática comum, mesmo com a ampla divulgação de seus malefícios. Sendo assim, faz-se necessário destacar a quantidade de substâncias tóxicas que estão presentes no cigarro, e  divulgação dessas consequências relacionadas a convivência com fumantes, para quem não fuma, os chamados fumantes passivos.

Em primeiro plano, é notório os malefícios ligados à prática do tabagismo, visto as mais de 200 substâncias tóxicas presentes no cigarro, segundo o Ministério da Saúde. Por muito tempo, o hábito de fumar foi visto como sinônimo de poder, como no filme “101 Dálmatas”, no qual a vilã é uma representante da alta classe inglesa, e está sempre acompanhada de um cigarro. De forma contrária, hodiernamente, com o desenvolvimento da medicina, essa mesma prática é vista como prejudicial e causadora doenças fatais como o câncer de pulmão.

Em segundo plano, é evidente os efeitos do fumo em pessoas que apenas inalam a fumaça, sem tragar o cigarro. Além disso, o tabagismo passivo é apontado como causador de diversos problemas, segundo o blog do Ministério da Saúde. Segundo o médico Drauzio Varella, o fumante passivo inspira os mesmos componentes químicos presentes no cigarro que um fumante ativo, porém em menor concentração. Em conformidade, existem diversos fumantes indiretos que, muitas vezes, nem sabem os danos causados as suas saúde pelo convívio com o indivíduos que fumam.

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