Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 06/05/2021
No filme “Obrigado por fumar” de Jason Reitman, mostra Nick, embaixador de uma empresa de cigarros que ganha à vida defendendo os direitos dos fumantes, mas que começa a questionar seu papel como pai quando seu filho se mostra interessado por sua profissão. Fora da ficção, o tabagismo é um problema intrinsecamente ligado a realidade da sociedade, isso devido ao livre comércio de cigarros e tabacos, mas também pelo hábito de fumar passado de geração em geração.
E indubitável que o comércio de cigarros e tabacos esteja entre as causas do problema. De acordo com a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), o tabaco é responsável pela morte de mais de 8 milhões de pessoas por ano, sendo que 7 milhões dessas mortes são resultado do uso direto do tabaco, enquanto 1 milhão de mortes são resultado de pessoas expostas ao fumo passivo. Nota-se que a livre circulação afeta não só os fumantes, mas também os não fumantes.
Outrossim, destaca-se o costume passado para a descendência como impulsionador da problemática. Tal ato se caracteriza por Max Weber como ação social tradicional, que tem como fonte motivadora os costumes ou hábitos arraigados. Seguindo essa linha de pensamento, verifica-se que as práticas dos pais influenciam de maneira direta a vida dos filhos que acabam aderindo e passando a diante a mesma ação. Gerando assim, o aumento de pessoas com câncer ou doenças cardiovasculares na sociedade.
E evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Sendo assim, o governo juntamente com a OMS (Organização Mundial da Saúde), devem proibir a circulação dos cigarros e tabacos no comércio, a fim de que assim se diminua as consequências provocadas pelo tabagismo. Somente assim, o índice de mortes e doenças irá abaixar, trazendo mais saúde a sociedade.