Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 13/05/2021
No livro “Utopia” de Thomas More, é exposto um ambiente no qual a consciência coletiva e a eficiência do Estado são ferramentas cruciais para o avanço da nação. Fora de obra, é fato que os problemas e a consequências do tabagismo no século 21 apresentam um obstáculo para a sociedade. Nesse sentido, em virtude da pandemia do novo coronavírus, como também a consciência coletiva, o problema é intensificado e agravado.
De início, é válido reconhecer que o vírus que causou a pandemia em 2020 tem piorado a situação de fumantes. Nesse sentido, o vírus tem consequências mais brandas em pessoas com problemas respiratórios e cardiovasculares, naturalmente pessoas que fumam têm 9x e 3x mais riscos de morrer por doenças do coração e síndromes respiratórias, respectivamente, diz o Dr. Dráuzio Varella. Portanto, o Estado tem papel fundamental na atuação de conter o vírus, na compra de vacinas e medidas restritivas de distanciamento social para que o Sistema Único de saúde não se sobrecarregue.
Além disso, a consciência coletiva é fundamental, pois, segundo o Instituto Nacional de Câncer, é possível que não fumantes sejam afetados pela fumaça do cigarro de um fumante próximo. Dessa forma, é essencial que os usuários de tabaco tenham o respeito de não fazer o uso do cigarro quando estiverem perto de alguém que decide viver sem o uso da nicotina. Não apenas, de acordo com o governo de São Paulo, um dos principais motivos de incêndios na beira de rodovias é por conta da bituca da cigarrilha.
Em suma, são necessárias medidas para mitigar essa problemática. Para tanto, é imprescindível que o Estado divulgue mais os programas por ele fornecidos no qual tem o intuito de tratar pessoas que decidem parar com o vício, fazendo assim, uma parceria com a mídia para mostrar as consequências e doenças que podem ser causadas pela dependência da nicotina. Ademais, conscientizar a população sobre os danos das queimadas para que as bitucas não sejam mais um motivo. Em síntese, criar uma consciência coletiva e contar com a eficiência do Estado como em “Utopia” de Thomas More.