Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 09/06/2021

Dados divulgados pelo UOL aponta a evidência do crescimento usual do tabagismo no Brasil, que tende aumentar cada vez mais, totalizando o percentual de fumantes, maiores de 18 anos, de 9,8%. É válido ressaltar que em termos medicinais as substâncias presentes no tabaco é extremamente prejudicial á saúde, podendo ser fatal. Além de que esse vício pode colocar vidas de individuos não usuários em risco, os chamados “fumantes passivos”.

A priori, o produto é considerado viciante pela sua alta concentração da substância nicotina, fator que, em consonância ao Instituto Brasileiro Geografico de Estátisca (IBGE), o uso continuo e excessivo, pode elevar a taxa de mortalidade, principalmente de adultos entre 47 á 62 anos, pois, este ocasiona doenças crônicas, como, o câncer de pulmão e de garganta.

A posteriori, de acordo com a fonte supracitada, os males do produto também pode ser obervados nas taxas de natalidade, visto que, das 5,5% de gestantes que usufruem, 3,2% não conseguem largar o vício durante a gravidez, ocasionando uma série de complicações, por exemplo, problemas na placenta, nascimento prematuro, e, incluive, há grandes chances da vida do bebê ser interrompida.

Concomitavelmente, depreende-se que, deve itensificar o uso das campanhas informativas, juntamente as mídias e ao Ministério da Saúde, criando, por exemplo, propagandas e medidas educativas dentro de escolas e presídios (como o Proerd).