Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/06/2021

Desde antes da chegada dos portugueses no Brasil, as tribos indígenas já cultivavam o tabaco para usos medicinais, para rituais, para fumo- esse que se popularizou até os dias de hoje- e etc. Sendo assim, o hábito de fumar passou por picos na história do mundo que marcaram, principalmente, os cinemas com o excesso da utilização do cigarro e gerando inúmeras consequências para a população.

De acordo com o filme “O Informante”, que foi indicado a sete Oscar, observa-se a vida de um ex-executivo da industria do tabaco que decide dar uma entrevista à Tv americana para contar sobre os males do cigarro para a saúde, principalmente das suas substâncias viciantes. O que frisa a mostrar como esse costume pode ser  maléfico tanto para quem o digere quanto para quem acaba respirando a fumaça do cigarro, podendo ter vários tipos de problemática, como por exemplo o câncer, as doenças no aparelho respiratório, as doenças cardiovasculares, acabam adoecendo duas vezes mais que os não fumantes, possui uma menor resistência fisica, entre outros problemas gerados apenas pelo contato da nicotina no organismo humano.

Ademais, segundo levantamentos da OMS, essa droga mata mais de 8 milhões de pessoas por ano, sendo em torno de 7 milhões resultados do uso direto, enquanto cerca de 1,5 milhão vem de não-fumantes expostos ao fumo passivo. E mesmo que a maioria daqueles que fumam saibam sobre todas as suas circustânicas, é perceptível o fato de continuarem nessa vida viciosa por outrem motivos, geralmente, pela publicidade indireta e direta feita em filmes e séries e que passam uma visão ilusória sobre esse uso, ou então, no espelhamento em pais e em ídolos fumantes, sendo assim influenciados desde jovens.

Dessa maneira, cabe ao Governo continuar criando campanhas de intervensão ao tabagismo para conscientizar o maior número de pessoas sobre as poblemáticas do cigarro, além de também levar as informações constantemente para dentro das escolas brasileiras a fim dos futuros adultos terem a exata noção dos perigos dessa droga e assim não adiquirirem isso para as suas vidas. E por fim, ONGs precisam ser criadas e reconhecidas para ajudar àqueles de baixa ou nenhuma renda que querem se livrar desse vício, havendo deveras doações para manter, de forma sem pagar, acompanhamentos psicológicos e grupos de apoio para essa difícil caminhada.