Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 28/06/2021
No seriado americano, “Alice In Borderland” é retratado uma personagem que sofria do vício do tabagismo em seu passado, ela mantém o cigarro na boca sem acendê-lo como uma forma de lembrete do perigo. Analogamente, o uso de cigarros eletrônicos pelos jovens é um hábito cada vez mais comum, isso fomenta o desenvolvimento de diversas doenças pulmonares de maneira prematura, tais como o câncer de pulmão. Além disso, o descarte inadequado de cigarros ocasiona grande parte dos incêncios no Brasil, além dos gases liberados durante a combustão do produto, que corrobora com o aquecimento global e com a degradação do meio ambiente.
Em primeira análise, a romantização de um modo de vida deturpado pelos jovens, em que o uso de cigarros eletrônicos se torna algo belo e atraente, ocasiona o aumento do uso desse item no cotidiano nacional. Todavia, o consumo da nicotina e do tetraidrocanabinol seja de forma usual como em cigarros comuns ou em “vapes” que são os cigarros eletrônicos, representa riscos para a saúde do adolescente. Entre as enfermidades geradas, pode-se citar o câncer de pulmão e adversidades cardiovasculares causadas pelo uso da nicotina, além de danos no desenvolvimento cerebral do cidadão, também pode-se ressaltar que o dano também se estende para os familiares do consumidor.
Sob um segundo olhar, consoante com o pensamento de Fernando Henrique Cardoso, que profere que a pior guerra que a humanidade trava é a batalha contra a natureza, pois o ser humano está se destruíndo ao mesmo tempo, deve-se ressaltar que o uso de produtos ligados ao tabaco libera fluidos na atmosfera tais como o gás carbônico, que é um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global do planeta. Ou seja, o aquecimento global aumenta as temperaturas planetárias e corrobora com o derretimento das geleiras, além de aumentar a temperatura das águas oceânicas, que degrada a fauna e flora local. Dessarte, o descarte indevido desses produtos fomentam incêndios em casas e áreas florestais brasileiras, danificando os biomas locais.
Por tal prerrogativa, é de incubência do Ministério da Saúde, informar os jovens acerca do perigo do tabagismo, sendo realizado por meio de palestras nas escolas com profissionais da saúde, expondo acerca de adversidades relacionadas ao uso excessivo desses produtos, com a finalidade de reduzir o número de jovens dependente do tabaco, além de contribuir para a formação de adultos mais saudáveis. Outrossim, o Ministério do Meio Ambiente em conjunto com o Corpo de Bombeiros local, deve fiscalizar os cidadãos que fazem o descarte indevido de itens que geram a combustão, por meio de policiamento frequente em áreas florestais, com o objetivo de reduzir o número de incêndios e de emissão de gás carbônico na atmosfera, sendo consoante com o pensamento de Fernando Henrique.