Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 01/07/2021
Durante o período imperial do Brasil, a produção de tabaco cresceu exponencialmente, sendo um importante elemento de exportação. Com isso, o consumo de tabaco também aumentou, porém, na época não se tinha conhecimento claro de sua influência maléfica. Na contemporaneidade, o seu uso diminuiu, mas continua sendo um elemento nocivo à saúde pública. Além de seus malefícios à saúde, o uso indiscriminado do cigarro pode levar a problemas sociais ao usuário, por isso, é necessário discutir as problemáticas do tabagismo no século XXI.
Analisando mais profundamente, o hábito de fumar cigarro afeta, diretamente, a integração social do usuário. De acordo com o biólogo evolucionista Charles Darwin, a evolução se dá a partir da seleção natural dos mais fortes e qualificados. Análogo à biologia, é possível notar a seleção natural no meio social, tanto de convívio como de trabalho. Dessa maneira, pode-se comparar o fumante aos seres menos adaptados, uma vez que o vício tende a invalidá-lo de uma participação social íntegra, como por exemplo, o excluindo da preferência como funcionário por ser portador do vício. Por consequência dessa dependência, torna-se um indivíduo com alto potencial de marginalização social, devido à necessidade do uso de tabaco com frequência.
Além disso, o uso de cigarros influencia diretamente no desenvolvimento de doenças respiratórias. Segundo uma notícia da revista Galileu, o uso de tabaco mata mais de 120 mil brasileiros todos os anos. Com base nesse dado, cristaliza-se que o uso intermitente de tabaco possui uma influência negativa na saúde, que poderia ser evitada se não fosse utilizado. Outrossim, vale ressaltar que o ato de fumar não afeta somente o usuário, mas também os fumantes passivos, que inalam a fumaça devido à proximidade com o fumante ativo. Dessarte, esse desenvolvimento de doenças não se dá somente no usuário, mas afeta a malha social como um todo.
Em suma, é dever governamental, segurado Ministério da Saúde, a implementação de programas para auxiliar as pessoas que possuem esse vício, a fim de efetivar o tratamento contra o tabaco. Ademais, deve contar com apoio de prefeitos e governadores para implementar esses programas em microescala, auxiliando usuários por meio de reuniões e auxílio médico periódico. Dessa forma, os problemas sociais associados ao tabagismo poderão diminuir, possibilitando a melhora na qualidade de vida desses indivíduos.