Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/07/2021

A obra “O triste fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, tem como característica mais marcante seu nacionalismo ufanista, acreditando em um país utópico. Nessa perspectiva, os desafios relacionados ao tabagismo torna o país ainda mais distante do imaginado pelo sonhador personagem. Portanto, fatores como o aumento de ansiedade e o uso de tabaco feito por pessoas mais jovens, favorecem o agravamento desse impasse no país.

Em primeira análise, vale ressaltar que a ansiedade causada em pessoas fazem que elas procurarem “relaxar”, realizando o uso de cigarros. Prova disso, no site “sesifarmacia”, relata que a nicotina presente no fumo trás sensação de prazer e relaxamento momentâneo. Dessa maneira, causando nas pessoas que são vítimas de ansiedade optarem pelo uso de cigarro para trazer tal acalmo.

Ademais, o aumento de jovens que fazem o uso de cigarro pode acarretar diversos danos a saúde já em sua juventude. Levantamentod feito pelo “INCA” (Instituto Nacional do Câncer), aponta a prevalência de fumantes com idade de 14 e 17 anos reduz de 6,2% a 3,4%, porém os vestígios deixado em suas saúdes são irreversíveis. De tal modo, o tabaco gera diversas doenças, fazendo que as populações mais novas repensem seu uso.

Destarte, o tabagismo representa uma ameaça concreta não apenas aos indivíduos diretamente envolvido como a todos cidadões que, indiretamente, também figuram vítimas de seu legado. Nesse sentido, o Estado deve executar campanhas informativas, por meio de investimentos a essa causa. Espera-se, com isso, que os efeitos negativos que o cigarro trás ao país, seja deixado de lado de uma vez.