Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/09/2021

No filme “Constantine” o ator principal é um fumante, que em decorrência de anos do uso do tabaco, está com a saúde comprometida, devido aos malefícios causados pelo cigarro. Nessa perspectiva, o ato de fumar devia ser algo em queda, visto que só agrega fatores negativos à vida de quem os consome, porém, isso não acontece, haja vista seu papel na integração social, que muitas vezes se traduz como curiosidade acaba gerando vício nos adolecentes e trazendo conquência à saúde quando adultos. Desse modo, é necessário a análise social do meio em que tabaco é utilizado como símbolo de status no sécudo XXI e na era das aparências.

Em primeira ánalise, é importante destacar a nicotina presente nos cigarros, substância está que é responsável pela dependência do mesmo, fazendo com que seu uso ocorra de forma prolongada e, as veses, até o fim da vida. Nesse viés, a influência do meio social em que um indivíduo se encontra é um fator que gera o primeiro contato com o tabaco - assim com defende Durkeim, que afirma o papel da socialização segundária na construção do indivídio, que incorpora características do ambiente  em que está inserido -, que por efeito da substância presente na sua composição causa dependência e gera efeitos colaterais inevitáves devido ao seu uso.

Ademais, a influência as mídias sociais tem grande importância na vida das pessoas que vivem na era da aparência,  caracterízada como  uma vida perfeita nas redes, que muitas vezes é visto como um ideial a ser seguido. Desse modo, a banalização do mal - termo cunhado por Hannah Arendt e que se refere a uma ordem já estabelecida deixando as pessoas alheia a suas próprias vontades e impondo-as as já existente-  é algo de fácil disseminação em todos os âmbitos sociais, mesmo que não atribua nenhum benefício e gere problemas sérios de saúde, como é o caso do uso do tabaco que pode gerar diversos cânceres, causar aborto, doenças cardiovasculares, além de outros prejuízos, que são ignorados em virtude de sua banalização.

Depreende-se, portando, a necessidade da desconstrução social atribuida ao tabaco no século XXI.    Dessa forma, é notório a ação das mídias socias juntamento com o Ministério da Saúde em campanhas que buscam alertar os indíviduos das reais consequências provocadas pelo uso do cigarro na saúde, por meio de propagandas que representem casos reais que sofreram devido ao seu uso, para que assim as pessoas saiam de sua alienação contribuindo para a descontrução do status atribuido ao tabaco, promovendo a redução de ingresso no seu uso  pelos adoledencentes e consequêntemente pelos futuros adultos, construindo uma sociedade sem influência do cigarro.