Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 11/08/2021
Conforme a primeira lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele, mudando-o de percurso. Nessa perspectiva, em alusão ao corpo social brasileiro, ainda que o tabaco seja considerado um problema de saúde pública, todavia existem obstáculos a serem superados, uma vez que o hábito de fumar já foi considerado sofisticado. Com isso, ao invés de funcionar como a força capaz de reverter essa situação, os desafios a respeito dos impactos não saudáveis sobre a população, bem como a falta de diálogo acaba por contribuir com a situação atual. Em primeira análise, a partir da Primeira Guerra Mundial, em 1914, o tabaco se disseminou como uma pratica atraente e heroica. Desse modo, percebe-se como a influência histórica provoca alterações no comportamento das pessoas, sem que haja um conhecimento sobre os impactos negativos causados. Tanto que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os resíduos do cigarro contêm mais de 7 mil substâncias tóxicas, sendo a maioria cancerígenas. Além disso, sabe-se que a dependência pode gerar problemas cardíacos e pulmonares, tanto quanto a baixa produtividade. Por isso, cabe ao Município propor mudanças para amenizar o consumo, a fim de priorizar pela saúde física e psicológica da pessoa.
Sob um segundo enfoque, para a questão do tabaco ser considerado uma irregularidade acentuada e grave, haja vista que as mortes aumentaram de 4 milhões, no início do século, para mais de 7 milhões, de acordo com a OMS, é previsível que não houve diálogo entre sociedade e medidas preventivas públicas. Diante disso, estima-se a realidade de pessoas desinformadas sobre os riscos e desgastes provocados. Logo, cabe ao Governo implementar medidas que mude o percurso do problema, em favor do bem maior.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que realizem a mudança do percurso. Para isso, urge que o Ministério da Educação crie, por meio de verbas governamentais, projetos no Comitê de Segurança, sendo administrados por enfermeiros, para garantir na grade curricular o desenvolvimento de palestras educacionais, como a questão do tabaco, a fim de incentivar o conhecimento e falar sobre os riscos. Além disso, essa prática deve acontecer uma vez a cada quinze dias, como forma de provocar mudanças positivas rápidas. Somente assim, será possível a mudança do percurso, de modo que garanta uma perspectiva de mundo melhor.