Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/09/2021
O tabagismo é a dependência física ou psicológica do consumo de nicotina. Essa substância está presente, principalmente, no tabaco. Devido esse vício muitas pessoas sofrem consequências graves, como o câncer de pulmão. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 428 brasileiros morrem a cada dia por conta de consequências do tabagismo. Diante dessa problemática, é válido averiguar a negligência do estado e a desinformação da população.
Em primeira análise, como consta no artigo 196 da Constituição de 1988, a saúde é direito de todos e dever do estado. Entretanto, o estado é falho ao cumprir esse dever, visto que, existe uma ausência de leis eficazes para evitar o crescimento do tabagismo. Nesse contexto, a existência de aparatos legais como é visto na lei 12.546, que proíbe o uso de cigarro em recintos privados ou públicos, não é suficente sem uma fiscalização eficiente.
Outrossim, é primordial ressaltar a desinformação como um fator motivador dessa adversidade. A falta de campanhas que exponham os danos que o cigarro traz a saúde, como o câncer e doenças respiratórias, resulta em uma sociedade com grande número de fumantes, como prova pesquisa do INCA, que mostrou que aproximadamente 22 milhões de pessoas ainda fumam no Brasil.
Infere-se, portanto, que o Estado deve atuar de forma responsável para tenuar essa problemática. Desse modo, cabe ao Ministério da Saúde promover campanhas de prevenção ao tabagismo, por meio da inclusão de palestras em todas as escolas, que informem e alertem os jovens sobre os riscos que o tabaco traz à saúde, de forma que previna não só o aumento do consumo de cigarro entre jovens, mas também a chance de doenças graves ligadas ao tabaco. Ademais, cabe ao poder legislativo fazer uma aprimoração na lei 12.546, por meio do aumento da fiscalização em locais públicos por policiais à todas as pessoas que estiverem fumando. Dessa forma, o tabagismo terá uma diminuição no Brasil.