Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 06/10/2021

O filósofo Gilberto Dimenstein, elaborou a tese , democracia “Cidadão de papel " , no qual o autor define como, o indivíduo que possui direitos mas não os vivência por desinformação social ou por subtração da esfera governamental. Nesse sentindo, essa definição se relaciona a vários contextos brasileiros, como por exemplo o tabagismo no século XXI seus problemas e consequências, que tem se mostrado presente diariamente, embora esteja previsto no artigo 196, que a saúde e direito de todos assim como o acesso a ações e serviços para a proteção da mesma da Constituição Federal de 1988, norma ainda em vigor. Diante disso, carece esse direito na prática, já que esse adorno trás grandes transtornos aos inclusos nesse quadro, seja pela prejudicação da saúde do indivíduo, quanto pelo crescentes casos de câncer de pulmão no Brasil, abrangendo uma coletividade carente de cuidados e atenção.

Dito isso, é factível que a conscientização desde cedo representa uma perspectiva de resolução desse quadro visto que, o combate constante em busca da diminuição do tabagismo no Brasil mostra-se pouco garantido, pois o desenvolvimento se mostra ainda precário nas políticas sociais à saúde apresentando uma infraestrutura carente. De modo que, as restrições a mais direitos constitucionais tidos como “assegurados” pela legislação, se mostra ausente nas políticas públicas que visam o bem estar dos afetados, é a desintegração das doenças ocasionadas pelo tabagismo e por conseguinte o progresso da saúde. Logo, apesar de existirem projetos como o INCA Programa Nacional que promove o controle do Tabagismo, visando a implantação das ações para o cuidado da pessoa tabagista. Assim sendo, se vê a necessidade da implementação de políticas públicas mais eficazes para a retração do tabagismo.

Torna-se evidente, portanto, que o Tabagismo no século XXI deve ser sancionado, através da, extensão ao direito legislativo do artigo 196. Cabe ao ministério da Saúde junto ao ministério da Educação abordar e trabalhar o tema através de abordagem individual ou publica em escolas praças publicas ou em centros sociais. Ademais e, preciso que o Ministério da Saúde junto ao Ministério Publico através de verbas da União e do fundo rotativo mova capital, para tratamento clinico e medicamentoso destinado a comunidade inclusa nesse globo. Além disso as ONGs junto a mídia podem divulgar noticias e criar projetos de conscientização quanto ao câncer pulmonar e de valorização a vida. Dessa forma contribuindo para uma sociedade mais consciente, desfazendo assim antigos paradigmas. Combatendo assim o embate deletério ao crescimento constante do câncer de pulmão, iminente aos vícios químicos do tabagismo no Brasil contribuindo assim para um pais mais saudável.